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Compreendendo Produtos, SKUs e Variações

Atualizado em 19/07/2026

Na plataforma, um Produto é o modelo base de um item à venda. As Variações (ou Variantes) são os atributos que diferenciam esse item, como Cor e Tamanho. Cada combinação única de variações gera um SKU, a unidade de controle de estoque.

Exemplo: uma camiseta nas cores Azul e Amarelo, nos tamanhos P, M e G, resulta em 6 SKUs diferentes.

Cada produto pode ter até duas variações (por exemplo, Cor e Tamanho). Em outras plataformas, essas variações aparecem com os nomes Grade ou Variantes.

Na prática, é o SKU que sua loja vende ao cliente: ele identifica exatamente qual combinação foi comprada.

Vale um cuidado com a palavra: o SKU é essa unidade vendável (com preço, estoque e variação), não um código. O código é a identificação dele, o que ajuda a encontrá-lo, e por isso falamos em código do SKU: o SKU é o item, o código aponta para o item. No dia a dia, muita gente usa "SKU" como sinônimo de código, o que funciona como atalho, mas na plataforma os dois são coisas separadas.

Se você vem de outra ferramenta, é o mesmo conceito com outro nome. Pense em uma camiseta Azul no tamanho M, que é sempre a mesma coisa, só muda como cada plataforma a chama:

  • Aqui (Braavo): o Produto é a Camiseta e o SKU é a Camiseta Azul M.
  • Produto pai e produto filho: o pai é a Camiseta, o filho é a Azul M.
  • Produto e grade: a Azul M é um item da grade da Camiseta.
  • Produto e subproduto: a Azul M é um subproduto da Camiseta.

Em todos, existe um modelo base (a Camiseta) e a unidade vendável dele (a Azul M). É essa unidade vendável que a plataforma chama de SKU.

Sobre o código em si: toda vez que você cadastra um SKU, a Braavo gera para ele um código interno, numérico e sequencial, usado nas operações da própria plataforma. Se a sua loja também usa um ERP (como Bling ou Tiny), esse sistema gera o próprio código para o mesmo item, e isso é esperado, porque cada plataforma opera sobre o seu código nativo. O mesmo produto pode então ter um código de SKU na Braavo e outro no ERP, e está tudo certo.

O que liga os dois é o campo Código de Vínculo com o ERP, no cadastro do SKU, cujo papel é traduzir o que vale aqui para o que vale lá. No dia a dia você usa o código que preferir, e o vínculo mantém os dois sistemas conversando.

Limite: cada pedido pode conter até 100 SKUs distintos.

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